Chip internacional Europa: preço por país, redes locais e o pacote de 41 países
O pacote regional do chip internacional Europa cobre 41 países, os 27 da União Europeia mais catorze de fora do bloco, entre eles Reino Unido, Turquia, Suíça e Ucrânia. O preço começa em R$ 23,99 para 1 GB por 7 dias, e cada país tem eSIM local, mais barato que o regional em 33 dos 41 países para um destino só. A escolha real não é “qual chip”, é “regional ou por país” — e a resposta muda com o roteiro. Abaixo está o preço de cada opção, as redes por trás de cada perfil e os países que ficam de fora, mesmo dentro do pacote de 41.
Quanto custa internet na Europa: a tabela em reais, por país e por região
O catálogo de chip internacional Europa da Airalo tem duas camadas: um pacote regional (Eurolink, 41 países, uma instalação só) e um eSIM local por país, vendido por uma operadora diferente em cada destino. Abaixo estão as duas camadas lado a lado, com o preço em reais no pacote de entrada (1 GB por 7 dias) e na opção de dados ilimitados (3 ou 5 GB/dia em alta velocidade, depois 1 Mbps, conforme o pacote).
| Destino | Operadora do eSIM | 1 GB / 7 dias | Ilimitado, 3 ou 5 GB/dia em alta velocidade / 7 dias |
|---|---|---|---|
| Pacote regional — 41 países | Eurolink | R$ 23,99 | Ilimitado (5 GB/dia em alta velocidade) — R$ 138,77 |
| Portugal | Fofo Mobil | R$ 14,99 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 69,99 |
| Espanha | Guay Mobile | R$ 17,99 | Ilimitado (5 GB/dia em alta velocidade) — R$ 72,99 |
| França | KPN France | R$ 18,99 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 92,99 |
| Itália | Mamma Mia | R$ 15,99 | Ilimitado (5 GB/dia em alta velocidade) — R$ 69,99 |
| Alemanha | Hallo! Mobil | R$ 17,99 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 72,99 |
| Reino Unido | Uki Mobile | R$ 19,99 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 101,99 |
| Grécia | Meraki Mobile | R$ 17,99 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 76,99 |
| Holanda | Hé Hé | R$ 20,55 | Ilimitado (3 GB/dia em alta velocidade) — R$ 69,99 |
Nas nove linhas de dados ilimitados, ilimitado não quer dizer sem limite: existe uma política de uso justo. O limite diário de alta velocidade varia por país: Espanha e Itália liberam 5 GB por dia, contabilizados dentro da franquia de dados do pacote; Portugal, França, Alemanha, Reino Unido, Grécia e Holanda ficam em 3 GB por dia. Em todos os casos, a redução de velocidade após atingir o teto diário deixa a conexão em 1 Mbps, sem cortar. Internet ilimitada na Europa, neste catálogo, sempre vem com esse teto de 3 ou 5 GB por dia: o número vem da própria Airalo, não é letra miúda nossa.
Nos oito destinos, o preço de referência do fornecedor para o pacote de entrada é o mesmo. O que muda de um país para outro é a rede por trás do perfil e o teto diário do ilimitado, 3 GB ou 5 GB.
Os nove preços da tabela saem em reais e se pagam do mesmo jeito. O pagamento é pela Virtual Chip — você paga no Pix, em reais, o preço do destino para onde você vai. E confere no extrato. Nenhum deles passa por euro no caminho: o Pix é transferência em reais dentro do Brasil. Aqui a gente só aceita Pix, e é por isso que não existe IOF nem spread em nenhuma forma de pagamento nossa. No dia em que aceitarmos cartão internacional, o IOF de 3,38% vai valer aqui também, e a gente vai dizer isso na mesma linha.
O catálogo completo de pacotes para a Europa, com todas as durações e a comparação direta com Holafly e Airalo, está em pacotes para a Europa; a comparação de preço com outras regiões do mundo fica em o guia de preços do chip internacional.
Um chip para 41 países ou um chip por país: qual sai mais barato na sua viagem
Qual chip para Europa compensa mais: o pacote regional ou o de um país específico? Quem visita um país só paga menos no eSIM local em 33 dos 41 países do pacote, em todos os tamanhos: o mesmo 1 GB por 7 dias custa R$ 14,99 em Portugal sozinho e R$ 23,99 dentro do Eurolink, que embute acesso a 40 países que você não vai pisar. A conta vira ao contrário assim que o roteiro cruza fronteira.
Pegue uma rota real: 5 dias em Portugal, 5 na Espanha, 5 na França — 15 dias, três países.
| Estratégia | Pacotes | Trocas de perfil na fronteira |
|---|---|---|
| Um eSIM por país | Portugal (R$ 14,99) + Espanha (R$ 17,99) + França (R$ 18,99) | 2, uma a cada fronteira |
| Pacote regional, 15 dias / 5 GB | R$ 96,89 | 0 |
Cada eSIM local roda dentro do próprio país. Sair de Portugal para a Espanha sem trocar de perfil deixa você sem dados, e reinstalar um perfil novo no meio da viagem depende de achar Wi-Fi disponível na hora certa. O pacote regional resolve isso com uma única compra; o trade-off é pagar por cobertura em 38 países que ficam fora do roteiro.
Regra prática: para uma viagem a um só país, o eSIM local vence em 33 dos 41 países; entre os destinos mais procurados, a exceção é a Suíça, onde os pacotes de 10 e 20 GB saem mais baratos no regional. A partir de três países no mesmo roteiro, ou de qualquer roteiro que cruze fronteira mais de uma vez, o pacote regional costuma compensar, mesmo custando mais por GB isolado.
Os 41 países cobrem os 27 da União Europeia — Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia e Suécia — mais catorze países fora do bloco: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Suíça, Geórgia, Gibraltar, Islândia, Liechtenstein, Macedônia do Norte, Montenegro, Noruega, Reino Unido, Sérvia, Turquia e Ucrânia.
A Turquia entra com uma restrição própria: a Airalo avisa que valem restrições para uso prolongado, acima de 91 dias, segundo a legislação turca. Para uma viagem de dias ou de poucas semanas, isso não pesa.
Várias páginas concorrentes que conferimos falam em “cobertura em 30+ países europeus”, e nem quem cobre o assunto de perto acerta o número de cabeça: um guia financeiro consultado (wise.com) atribui à própria Airalo a marca de 42 países no Eurolink. A própria página da Holafly para a Europa anuncia 33 países no pacote regional dela, cobertura menor que os 41 daqui. A contagem direta na resposta da API, feita para este guia, fecha em 41. A diferença é pequena, mas mostra por que vale contar em vez de repetir o número de outra página.
Em que redes ele roda em cada país (França, Espanha, Itália, Alemanha, Reino Unido)
Cada eSIM local da Europa roda numa rede específica, e o número de operadoras varia bastante de país para país: de uma única rede até três.
| País | Rede(s) do eSIM local | Fora da cobertura |
|---|---|---|
| Espanha | Orange, sozinha, em 5G | — |
| Alemanha | O2 e Eplus, sem cobertura Telekom | — |
| Reino Unido | EE, sozinha | Jersey, Guernsey e Ilha de Man |
| França | Bouygues (a ficha técnica também lista Orange no mesmo perfil) | Territórios ultramarinos e Mônaco |
| Itália | Wind Tre, Vodafone e Iliad | — |
Na Espanha, o eSIM local roda só pela rede Orange, em 5G, sem opção de outra operadora dentro desse perfil. Na Alemanha a cobertura é O2 e Eplus, sem acordo com a Telekom, que fica de fora. No Reino Unido, o perfil roda pela EE e não cobre Jersey, Guernsey nem a Ilha de Man; cada uma dessas exige um eSIM próprio. Parte dos planos desse mesmo perfil britânico aparece registrada como 4G na tabela técnica de cobertura, mesmo com a ficha comercial anunciando “5G data-only” — o piso garantido, então, é 4G.
O pacote regional (Eurolink) roda em redes diferentes do eSIM local nos mesmos três países, e nenhum concorrente compara as duas camadas. Na Espanha, o perfil regional soma Orange e Telefónica (Movistar), só em LTE, sem 5G. Na Alemanha, soma Vodafone e O2, contra O2 e Eplus do perfil local. No Reino Unido, o pacote regional roda em três redes, Virgin Media O2, 3 UK e EE, contra EE sozinha no perfil local. Quem viaja só para um desses três países ganha mais antenas comprando o pacote regional, e paga mais por isso. Na Espanha a troca custa também a geração: o local entrega 5G pela Orange, o regional fica no LTE. Para quem fica só na Espanha e vê vídeo todo dia, o local é o pacote certo; para quem passa pela Espanha no meio de uma rota, o LTE do regional é o preço de não trocar de perfil na fronteira.
Na França, a ficha comercial cita a rede Bouygues; a mesma tabela técnica também lista a Orange dentro do perfil, sinal de que o roaming pode cair numa rede ou noutra dependendo da região do país. A cobertura não inclui os territórios ultramarinos franceses (Guadalupe, Martinica, Reunião, Guiana Francesa, Polinésia Francesa, Nova Caledônia e Maiote) nem Mônaco; cada um pede um eSIM à parte. Quem monta um roteiro Reino Unido mais França encontra os dois recortes lado a lado; o guia dedicado ao Reino Unido está em chip internacional Inglaterra.
A Itália é a mais generosa das cinco: o perfil roda em três redes, Wind Tre, Vodafone e Iliad, o que reduz a chance de sinal fraco numa região específica. Mais redes por trás do mesmo perfil funciona como reserva: se uma torre está sobrecarregada ou fora do ar, o aparelho busca a próxima. O guia por preço da Itália está em chip internacional Itália.
Portugal não está entre os cinco países do título acima, mas merece o mesmo cuidado: o perfil roda em três redes, NOS, Vodafone e MEO, e cobre Madeira e os Açores. A ficha comercial anuncia “4G Data-only eSIM”, enquanto a tabela técnica de cobertura mostra 5G nas três redes; essa divergência entra pelo piso, 4G, porque prometer 5G que a própria Airalo não confirma por escrito é o tipo de promessa que vira reclamação depois. O guia completo de Portugal está em pacotes para Portugal e o de Espanha em pacotes para a Espanha.
Espaço Schengen e roaming da União Europeia: o que vale para o brasileiro
Schengen e a regra de roaming da União Europeia são coisas diferentes, e a confusão custa dinheiro. O Espaço Schengen é sobre fronteira: 29 países sem controle de passaporte entre si.
A regra de “roam like at home” é sobre telecom: o roaming dentro da União Europeia deixa uma linha europeia pagar o mesmo preço do plano de origem em qualquer país do bloco, sem taxa extra. Nenhuma das duas se aplica a quem carrega um chip Vivo, Claro ou TIM brasileiro: essa isenção vale para linhas emitidas dentro da União Europeia, não para o turista de fora.
Um chip brasileiro entra em roaming internacional normal assim que pousa em qualquer país europeu, na tarifa da própria operadora, não na tarifa interna europeia. O Overview do Google para “chip internacional europa” chega a descrever um chip internacional como algo que “garante internet móvel em todo o continente sem taxas de roaming”; a frase descreve o produto do revendedor, não nenhuma regra da União Europeia aplicada ao viajante brasileiro.
O Reino Unido, além disso, saiu do bloco de roaming europeu com o Brexit: mesmo uma linha europeia pode pagar roaming extra lá, dependendo da operadora de origem. Mais um motivo para não tratar “Europa” como zona telefônica única.
O detalhamento operadora por operadora, Vivo, Claro e TIM, fica em o guia de roaming na Europa.
Qual operadora brasileira funciona na Europa — e quanto ela cobra pelos mesmos dias
As três operadoras brasileiras cobram roaming na Europa por diária ou por pacote fechado; nenhuma trata “toda a Europa” como zona única de preço fixo baixo.
Na Vivo Travel, a diária avulsa custa R$ 39,99 nas Américas e na Europa e cai na fatura em cada dia em que você usa internet, ligação ou SMS fora do país; pela tabela em PDF da Vivo, a franquia é de 2 GB por dia em Portugal, na Espanha, na França, na Itália, na Alemanha e no Reino Unido. Para Controle e Pré, o único país europeu com pacote fechado publicado é Portugal: R$ 60 por 5 GB, R$ 100 por 10 GB e R$ 180 por 20 GB, válidos por 30 dias. Um relato do r/viagens de março de 2025 falava em 5 GB entre R$ 60 e R$ 100 “na maioria dos países” europeus; a página da Vivo, conferida em 23/09/2026, só confirma os R$ 60 de Portugal.
A Claro cobra R$ 39,90 por dia na diária avulsa (Américas e Europa, com 2 GB inclusos por dia) ou, para linha pós-paga com o Passaporte Europa ativo, R$ 19,99 por mês fixo em 12 parcelas na fatura anual (R$ 239,88 no ano), cobrindo 47 destinos, o Vaticano entre eles, segundo a página do Passaporte conferida em 23/09/2026.
A TIM vende o TIM Viagem em pacotes fechados por zona, e o regulamento do Pacote Passport fixa três para a Europa: R$ 39,99 por 1 dia com 5 GB, R$ 99,99 por 7 dias com 10 GB e R$ 199,99 por 30 dias com 30 GB. O de 1 dia coincide no valor com a diária da Vivo sem ser o mesmo produto, e quando os gigas acabam a TIM suspende os dados até outra compra.
Nenhuma das três nomeia a rede europeia parceira por país nas páginas que conferimos: dá para saber quanto vai pagar, não em que antena o sinal cai. A comparação completa das três, lado a lado, por zona e por duração de viagem, está em o guia de roaming na Europa.
Plano de 15 e de 30 dias: quanto de dados você realmente usa
Maps, mensagens e navegação leve consomem pouco: cerca de 300 MB por dia cobre Google Maps, WhatsApp e checagem de e-mail sem streaming. Um dia inteiro de Instagram, Stories e playlist no Spotify soma mais perto de 700 MB a 1 GB. Vídeo em HD pelo YouTube ou pela Netflix consome cerca de 1 GB por hora; é o item que estoura qualquer pacote pequeno.
Para 15 dias de viagem com uso moderado (Maps, mensagens, redes sociais sem vídeo pesado), o plano de 15 dias com 5 GB no pacote regional (R$ 96,89) costuma sobrar. Para quem assiste vídeo todo dia ou usa o celular como ponto de internet do notebook, o ilimitado de 15 dias (R$ 251,85), com 5 GB por dia em alta velocidade, resolve sem contar megabyte.
No plano de 30 dias, a mesma lógica escala: 10 GB (R$ 90,99) para uso moderado, 20 GB (R$ 142,99) para quem grava e sobe vídeo com frequência, ou o ilimitado de 30 dias (R$ 364,93, com 5 GB/dia em alta velocidade, depois 1 Mbps) para quem não quer fazer essa conta durante a viagem.
Um exemplo prático: 15 dias entre Lisboa, Madri e Paris, com Maps ligado o dia todo e Instagram à noite, sem baixar série nem fazer chamada de vídeo, fecha a conta perto de 4 GB a 6 GB no período — dentro da faixa do pacote de 5 GB. Quem soma uma chamada de vídeo diária de 20 minutos ou um episódio de série por noite sobe fácil para os 10 GB ou para o ilimitado regional (5 GB/dia em alta velocidade, depois 1 Mbps).
Instale ainda no Brasil e ative ao pousar
A ativação antes de embarcar pede só Wi-Fi no eSIM Europa, regional ou por país, enquanto o chip físico depende do correio; a compra aceita até 365 dias de antecedência. Os 7, 15 ou 30 dias do plano ficam parados até o celular pegar a primeira rede europeia, no pouso em Lisboa, Madri ou Paris: a data da compra e a da instalação não entram na conta. O fornecedor chama essa regra de first-usage.
Isso resolve a dúvida mais comum: dá para instalar o perfil em casa, pelo Wi-Fi, semanas antes do voo, sem gastar um dia sequer do pacote. Diferente do chip físico, que depende da entrega e retirada numa loja ou num aeroporto europeu (o comparativo completo chip físico vs eSIM fica num guia à parte), o perfil eSIM chega por QR code a qualquer hora, inclusive de madrugada antes do voo. O contador só liga quando o celular conecta pela primeira vez a uma torre europeia, no desembarque ou já na fronteira terrestre, para quem entra de trem ou de carro. Ative antes de cruzar a fronteira para não ficar sem sinal no meio do caminho, principalmente numa rota terrestre entre países.
Uma ressalva vale para as duas modalidades: depois de instalado, o perfil não sai do aparelho para entrar em outro. Trocou de celular antes da viagem, é preciso comprar de novo ou pedir um QR code novo.
Para quem eu indico o pacote regional, para quem eu indico um chip por país
Indico o pacote regional para quem visita três países ou mais no mesmo roteiro, ou qualquer roteiro que cruze fronteira mais de uma vez: a economia de não reinstalar perfil em cada parada compensa o preço mais alto por GB.
Indico o eSIM por país para quem fica num destino só, do início ao fim da viagem: Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Grécia ou Holanda sozinhos custam menos no perfil local do que dentro do pacote de 41 países.
NÃO indico nenhum dos dois em três casos. Primeiro, para quem já tem o Passaporte Europa da Claro ativo no plano pós-pago: os R$ 19,99 mensais já pagam a viagem, e comprar eSIM em cima disso é pagar duas vezes pela mesma internet. Segundo, para quem só faz conexão de poucas horas num aeroporto europeu: o Wi-Fi do terminal cobre a espera sem pacote nenhum. E a diária da operadora não é o atalho barato que parece: R$ 39,99 na Vivo, mais que o eSIM regional de 1 GB por 7 dias (R$ 23,99). Terceiro, para quem depende de receber SMS de confirmação bancária no número da viagem: todos os perfis deste guia cobrem dados, sem voz nem SMS — esse aviso do banco não chega em nenhum dos dois.
Por isso o chip brasileiro fica ativo no aparelho durante toda a viagem, mesmo sem internet, como linha de reserva para o banco e para ligações.
FAQ
Qual o melhor chip internacional para a Europa?
Depende do roteiro, não existe um vencedor fixo. Para um destino só, o eSIM local custa menos que o regional do mesmo tamanho em 33 dos 41 países do pacote; na Suíça, nos pacotes de 10 e 20 GB, o regional sai mais barato. Para três países ou mais no mesmo roteiro, ou qualquer rota que cruze fronteira mais de uma vez, o pacote regional de 41 países evita reinstalar perfil a cada parada.
Quanto custa um chip internacional para a Europa?
Um eSIM local, como o de Portugal, começa em R$ 14,99 (1 GB por 7 dias); o pacote regional de 41 países começa em R$ 23,99 para o mesmo 1 GB e 7 dias. O preço sobe com o volume de dados e com os dias de validade, e os planos ilimitados carregam um teto diário de alta velocidade, de 3 GB ou de 5 GB conforme o país.
Qual operadora brasileira funciona na Europa?
Vivo, Claro e TIM funcionam em roaming automático na Europa, sem configuração além de ligar o roaming de dados. Nenhuma cobra “toda a Europa” como zona fixa barata: a Vivo cobra R$ 39,99 por dia, a Claro R$ 39,90 por dia ou R$ 19,99 por mês com o Passaporte Europa ativo, e a TIM vende pacotes fechados por zona. O detalhamento completo está no guia de roaming na Europa.
Como ter dados móveis na Europa?
Quatro jeitos: o roaming da sua operadora brasileira, cobrado por diária ou pacote fechado; o chip local comprado numa loja europeia; um chip internacional físico enviado antes da viagem; e o eSIM, instalado pelo celular ainda no Brasil e ativado só ao pousar. Dos quatro, só o chip local passa por loja no destino, e na Espanha o resumo do Google cita passaporte na compra.
Ainda não emitimos nota fiscal brasileira. Se você precisa de NF para reembolso de empresa, compre de um fornecedor com CNPJ — inclusive de um concorrente. Para quem viaja a lazer e paga do próprio bolso, a nota fiscal não muda nada; o que muda é o preço final.
Fontes consultadas: Airalo Partner API (contagem de países, redes por país e preço do pacote regional e dos eSIMs locais, coletado em 21/09/2026) · AI Overview do Google para “chip internacional europa” e “chip internacional espanha” (capturados em 21/09/2026) · wise.com/br/blog/melhor-chip-internacional-europa e wise.com/br/blog/chip-airalo-europa (capturados em 21/09/2026) · wise.com/br/blog/claro-passaporte · esim.holafly.com/pt/esim-europa (capturado em 21/09/2026) · relato de viajante em r/viagens (mar/2025) · vivo.com.br (roaming e tabela em PDF de franquia por país), claro.com.br (Passaporte) e regulamento do Pacote Passport da TIM, conferidos em 23/09/2026.