Chip internacional, ou chip de internet para viagem, é como 8.100 buscas por mês no Brasil chamam um eSIM de dados: um perfil que você instala no celular antes de embarcar, com o preço do destino específico, não uma diária fixa que vale para o planeta inteiro. É um plano de dados internacional com cobertura em mais de 200 países (204, para ser exato) mais 11 pacotes regionais, como Europa, América do Sul e Ásia, para quem cruza fronteira na mesma viagem, e cada preço já aparece em reais. Abaixo está a tabela por destino, como funciona a instalação, quanto de dados móveis no exterior costuma bastar por dia de viagem, a conta contra o roaming internacional da sua operadora, o que fazer se o sinal não pegar ao pousar, se o seu celular é compatível e como funciona o pagamento, no Pix ou no cartão. Se você ainda não sabe o que é um eSIM, o guia completo está em o que é um eSIM e como instalar; o catálogo completo de eSIM por destino, em formato de índice, fica em o índice de eSIM por país. Aqui o assunto é escolher o destino certo e entender o preço real.
- 204 países no catálogo
- Preço do destino em reais
- QR code por e-mail
- Instala antes do voo
Preço por destino: quanto custa para onde você vai (tabela em reais)
O preço muda por destino porque cada país tem tarifa própria no catálogo: não existe uma diária única que sirva para o mundo inteiro. O preço de cada pacote é fixado em reais, e é esse valor que você paga no Pix.
Abaixo, o pacote de entrada (1 GB por 7 dias) deste chip pré-pago internacional em oito destinos, com a rede real da operadora local por trás de cada eSIM, informação que a maioria dos revendedores brasileiros não publica.
| Destino | Rede | Dados | Duração | Preço |
|---|---|---|---|---|
| Argentina | Movistar4G | 1 GB | 7 dias | R$ 24,90 |
| Estados Unidos | T-MobileeVerizon5G | 1 GB | 7 dias | R$ 19,90 |
| México | Movistar4G | 1 GB | 7 dias | R$ 19,90 |
| Tailândia | DTACeTrue Move | 1 GB | 7 dias | R$ 19,90 |
| Japão | DocomoeKDDI | 1 GB | 7 dias | R$ 19,90 |
| Emirados Árabes (Dubai) | Etisalat5G | 1 GB | 7 dias | R$ 19,90 |
| Marrocos | Orange4G | 1 GB | 7 dias | R$ 22,90 |
| Europa (pacote regional, 41 países) | rede local de cada país da rota | 1 GB | 7 dias | R$ 23,99 |
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A Europa entra na tabela por último, de propósito: ela é um destino entre muitos deste catálogo, não o carro-chefe da loja. Um chip internacional que roda em 41 países europeus com um só perfil custa R$ 23,99 nesse formato regional, e a página com a conta completa fica em o chip internacional para a Europa. A América do Sul tem a mesma lógica de pacote regional, detalhada em o pacote regional para a América do Sul, assim como a Ásia em o pacote regional para a Ásia. Nos Estados Unidos, 26 dos 27 pacotes rodam em T-Mobile e Verizon; só o plano de 365 dias fica restrito à T-Mobile. A página própria está em o eSIM para os Estados Unidos.
Quatro dos destinos mais buscados também têm opção de dados ilimitados, com teto de 3 ou 5 GB/dia em alta velocidade, depois 1 Mbps, conforme o destino, sempre escrito do lado do preço, nunca escondido num termo à parte. Na Argentina, o pacote ilimitado de 7 dias custa R$ 177,32, com franquia de dados de 3 GB por dia (o limite diário de alta velocidade) e, depois dele, a redução de velocidade após atingir o teto diário deixa a conexão em 1 Mbps, sem cortar. “Ilimitado” nunca aparece sozinho neste catálogo: na mesma linha do preço vem o teto diário ou, nos poucos pacotes em que a ficha não o informa, o aviso de que ele não foi informado.
Compare isso com o pacote curto de um concorrente direto. Em 23/10/2026, a voasim cobrava R$ 138,90 por apenas 5 dias de ilimitado (limite diário não informado) na Argentina, e o preço dela também muda por país. No nosso catálogo, o mesmo tipo de gasto rende bem mais tempo em destinos como Argentina e Europa: o pacote de 5 GB por 30 dias na Argentina custa R$ 83,90, seis vezes mais dias de cobertura pelo mesmo gasto, e o equivalente europeu, R$ 56,99, segue a mesma lógica. Lá e aqui o preço é pelo destino; a diferença está em quantos dias o mesmo gasto compra.
Como funciona: você instala ainda no Brasil, seu número e o WhatsApp continuam
Você instala o eSIM ainda no Brasil, pelo Wi-Fi de casa, semanas antes do voo. O prazo do pacote só começa a contar no primeiro uso em solo estrangeiro, não no dia da compra: é a regra chamada de first-usage. Na maioria dos pacotes, o QR pode ser instalado até 365 dias depois da compra; em alguns, em até 90 dias. O prazo aparece no pacote e no e-mail com o QR.
- CompraO QR code chega por e-mail.
- InstalaçãoEm casa, pelo Wi-Fi, semanas antes do voo.
- AtivaçãoOs dias contam na primeira conexão no destino.
- O número do Brasil e o WhatsApp continuam no chip físico.
- Recarga no mesmo eSIM em 189 de 204 países.
- Até 365 dias para instalar em 117 países.
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A compra gera um QR Code, e a ativação por QR Code funciona em segundos: você escaneia com a câmera do celular, o perfil eSIM entra no aparelho e, em iOS e na maioria dos Android, o APN configura sozinho, sem campo para preencher à mão. Depois de instalado, falta só ativar o roaming de dados na linha do eSIM ao pousar. O passo a passo completo está em o passo a passo de instalação.
O chip internacional é de dados: ele não faz nem recebe ligação, e não recebe SMS. O chip físico brasileiro continua no aparelho, do lado do eSIM, com o número e o WhatsApp funcionando normalmente, só sem internet dele fora do Brasil. Instalar o eSIM é ativação sem troca de chip físico: ele não apaga nem substitui o chip brasileiro, e os dois convivem no mesmo celular, cada um com sua função.
A maioria dos pacotes deste catálogo aceita recarga online: se a viagem esticar ou o dado acabar antes da volta, dá para comprar mais no mesmo perfil, sem reinstalar nada. Isso vale para 339 dos 348 operadores locais do catálogo (contagem de 22/09/2026). Ficam sem recarga os pacotes de eventos fechados, como o da Fórmula E, e os pacotes com instalação em até 90 dias, que existem em alguns destinos, como Japão, China, Canadá e Turquia: neles, mais dados pedem um pacote novo.
Quantos GB você realmente usa por dia de viagem
Depende do que você faz com a internet no exterior, não da duração da viagem. Uma régua útil vem da própria Vivo: a tabela em PDF do Vivo Travel, conferida em 23/09/2026, dá 2 GB por dia nos Estados Unidos, na Argentina, no Chile, na Espanha e na Alemanha, e 1 GB no Peru, no Paraguai e na Colômbia. É o que uma operadora brasileira considera suficiente para um dia comum de turismo. Ainda circula um número menor, 1 GB nos EUA e 500 MB na Espanha, vindo de um guia sem data do fórum Falando de Viagem; a tabela atual da Vivo não o confirma.
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Três perfis de consumo, medidos pelo que cada um faz. O uso leve (Maps, Uber, mensagem de texto no WhatsApp, sem foto nem vídeo) fica bem abaixo de 500 MB por dia, e um pacote de 1 GB a 2 GB por 7 dias cobre uma viagem curta inteira, do desembarque ao check-in de volta. O uso médio (o de cima mais redes sociais, fotos e vídeos curtos, tipo Stories) fica perto de 1 GB por dia, metade do que a Vivo libera por dia nos EUA e na Argentina. Já o uso pesado (streaming de música ou série, chamada de vídeo, hotspot para notebook de trabalho) passa de 2 GB por dia com facilidade, estourando até essa franquia, e é esse perfil que faz o pacote ilimitado (3 ou 5 GB/dia em alta velocidade, depois 1 Mbps, conforme o destino) compensar o preço mais alto do que o pacote de dados fechados.
Uma viagem de 10 dias com uso médio soma perto de 10 GB, então um pacote de 10 GB por 30 dias já cobre a viagem inteira com folga, mesmo que os dias de uso real fiquem concentrados numa semana. O guia completo, com a conta por tipo de viagem e por destino, está em quantos GB usar por dia de viagem.
Chip internacional, roaming da sua operadora ou chip local: a conta dos três
São três produtos diferentes, e o mais barato muda conforme o plano que você já paga. O roaming da sua operadora dispensa qualquer compra prévia: a Vivo cobra R$ 39,99 por dia avulso nas Américas e na Europa, e R$ 59,99 por dia na África, na Ásia e na Oceania, fora dos planos que já incluem o Vivo Travel. Para o Japão, onde entram na conta também o pocket wifi e o pacote mensal Mundo das operadoras, a comparação completa está em o chip internacional para o Japão. Na África do Sul, a mesma comparação está em roaming, chip local ou eSIM na África do Sul.
Quanto custa a internet fora do Brasil
Preços conferidos nas páginas das operadoras: Vivo, Claro e TIM em 27/10/2026; regulamento do Passport da TIM vigente até 30/11/2026. A diária só é cobrada nos dias de uso. Todas as ofertas, com fontes
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Sem pacote contratado, a diária avulsa costuma ficar entre as opções mais caras do mercado; o detalhamento completo, por operadora, está em quanto custa o roaming da Vivo por destino.
O chip local no destino costuma ser o mais barato dos três, mas cobra um preço que não é dinheiro. Um relato do r/viagens de 08/09/2025, sobre uma viagem ao Chile, mostra os dois lados: o chip da operadora Entel custou cerca de 1.900 pesos chilenos, comprado num supermercado Jumbo, com 1 GB de franquia inicial. Quando esse gigabyte acabou, a conta ficou inativa e, nas palavras do próprio viajante, “teria q ir numa entel física resolver, não fui”: em vez disso, comprou um segundo chip, da operadora WOM, por cerca de 1.500 pesos numa loja de conveniência. É esse tipo de custo que o preço baixo não mostra: reativar uma conta esbarra numa ida à loja física da operadora, o tipo de imprevisto que ninguém quer resolver logo depois de desembarcar.
O chip internacional fica no meio das três opções: ativa sozinho, sem fila, com o preço do pacote já sabido antes de embarcar. A opção mais cara costuma ser o balcão de chip internacional dentro do aeroporto brasileiro, com taxa de retirada cobrada à parte. A comparação completa de preço por essa via está em quanto custa um chip internacional, por loja.
E se não funcionar quando você pousar?
Quase sempre o problema não está no eSIM: está no roaming de dados desligado na linha errada. O perfil configura o APN sozinho ao instalar, mas o celular não liga o roaming da linha nova por conta própria: isso pede um toque manual em Ajustes (ou Configurações) > Celular ou Rede móvel. Quando a barra de status mostra SOS no lugar do sinal, o problema vem antes, no registro na rede, e as checagens são outras: o que fazer quando o celular só liga SOS no exterior.
- Dados móveis na linha do eSIM, não na linha física do Brasil.
- Roaming de dados ligado nessa linha.
- Reinicie ou ligue e desligue o modo avião.
Não resolveu? WhatsApp suporte@virtualchip.com.br
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Comece confirmando que a linha do eSIM está marcada como linha de dados, não a linha física brasileira. Com isso certo, ative o roaming de dados nela e reinicie o aparelho uma vez; alternar o modo avião também obriga o celular a procurar rede de novo. Sem conexão mesmo assim, o suporte responde por e-mail, e o passo a passo completo de reativação por sintoma está em eSIM não funciona no exterior.
Um lembrete que vale repetir: o pacote é só de dados. Ligação e SMS de confirmação bancária continuam dependendo do chip físico brasileiro, então ele precisa ficar ativo no aparelho durante toda a viagem, mesmo sem internet: é a linha de reserva.
Uma limitação real, sem meio-termo: o perfil eSIM não se move de aparelho depois de instalado. Se o celular quebrar ou for trocado na véspera do voo, é preciso comprar de novo ou pedir um QR Code novo. Não existe como copiar o perfil de um telefone para outro.
Seu celular é compatível?
O teste rápido dispensa lista de modelo e vale para qualquer eSIM de viagem: disque *#06# no aparelho. Além do IMEI, a tela mostra um segundo código chamado EID, normalmente com 32 dígitos; a presença dele confirma suporte a eSIM, em qualquer marca. Sem EID, o aparelho não aceita este nem nenhum outro perfil eSIM.
Apareceu o EID? O celular aceita eSIM.
iPhone: Ajustes → Geral → Sobre → EID
Lista por marca e modeloLer o texto completo
A tabela completa por marca e modelo, incluindo os casos em que um aparelho compatível mesmo assim recusa o perfil por bloqueio de operadora, está em a checagem de compatibilidade por marca e modelo.
Por que a gente cobra no Pix e o que aparece no seu extrato
O pagamento é feito pela Virtual Chip — você paga no Pix ou no cartão, em reais, o preço do destino para onde você vai. E confere no extrato.
Total = preço do pacote O IOF de 3,5% fica por nossa conta. Ler o texto completo
Quem paga em dólar no cartão de crédito internacional carrega dois custos por cima da cotação do dia: IOF de 3,5%, mais o spread do emissor, que costuma ficar entre 4% e 6%. No Pix desta loja o primeiro continua existindo e o segundo não: o IOF vem embutido no preço em reais, e spread de conversão não há, porque você não converte moeda nenhuma.
Aqui você paga no Pix ou no cartão. Como a Virtual Chip vende de fora do Brasil, a compra é internacional e tem IOF de 3,5%. No Pix, esse IOF fica por nossa conta: o total a pagar é o preço do pacote. No cartão, o seu banco cobra o IOF de 3,5% à parte, na fatura.
Para quem eu indico o chip internacional, e para quem não
Indico para quem quer instalar o perfil antes de embarcar, sem depender de fila em loja no destino nem descobrir o custo do roaming só na fatura do mês seguinte. Para comparar preço entre revendedores brasileiros, e não só contra o roaming, o comparativo fica em o comparativo entre revendedores brasileiros.
Indicamos para quem
- quer instalar o perfil antes de embarcar;
- não quer fila de loja no destino;
- quer saber o custo antes da viagem, e não na fatura.
Não indicamos para quem
- já tem Vivo Travel, Claro Passaporte ou roaming da TIM no plano;
- fica só poucas horas em trânsito: o Wi-Fi do aeroporto basta;
- precisa receber SMS no número da viagem;
- vai trocar de celular na semana da viagem.
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NÃO indico em quatro casos, nenhum deles raro. Para quem já tem Vivo Travel, Claro Passaporte, o roaming internacional da TIM ou plano parecido incluso no pós-pago: esse roaming já está pago, e comprar um chip em cima dele é pagar duas vezes pela mesma internet. Para quem vai ficar só poucas horas em trânsito num país, numa conexão de voo: o Wi-Fi do aeroporto cobre a espera, e pacote de dias nenhum se aproveita nisso. Só não troque pela diária da operadora achando que é mais barata: R$ 39,99 na Vivo, mais que o pacote de entrada da maioria dos destinos do catálogo. Para quem precisa que o número da viagem receba SMS de confirmação bancária: este é um eSIM de dados, não recebe SMS, ponto final. E para quem pode trocar de celular na semana da viagem: o perfil não migra de aparelho, e um imprevisto de última hora obriga a comprar de novo.